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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Vinheta

A lupa, marca registrada da coluna, foi criada por Rubens Ferraz (o famoso Rubinho). Acima, a ilustração original feita em 1995 para a revista "Phatos".

terça-feira, 26 de julho de 2011

A bíblia do guru de Coromandel

Logo após a estreia da coluna do Ombudsboy, o “Correio de Patos” publicou “Sobre o pleonasmo”, crítica assinada por professor de língua inglesa e portuguesa da rede estadual de ensino:

(Clique na imagem para ler o artigo)

Confesso que Jucere caminhava bem até que, ao final, resolveu pontuar os acertos do “filologista” (título conferido por ele e não por mim). "Como desenhista, nota dez para o talentoso jovem. Como filologista, nota zero vírgula nada...”, asseverou.

O motivo da ira: “LOGRADOUROS PÚBLICOS” (um dos pleonasmos de minha lista e que a honestíssima figura escondeu de seus leitores) era justamente o título de um de seus livros.

Reagi ao golpe baixo no mesmo nível e enderecei ao jornal naquela data (8/8/95) direito de resposta contendo, lamentavelmente, referências de cunho pessoal, reportando à época em que o professor era ridicularizado por alunos da Escola Estadual Prof. Zama Maciel.

Como o desagravo não fora publicado, preparei para a edição seguinte da revista “Phatos” o artigo “O cordão aumenta mais” – o qual também seria censurado. Além de comentar as críticas publicadas pelo “Correio”, o artigo revelava algumas fraudes perpetradas pelo professor, como o crime de plágio previsto no Código Penal. O documento cita as seguintes frases assinadas pelo professor no “Correio de Patos”:

“Todo dia de manhã a gente se levanta e sai de casa. Até chegar aquele dia terrível em que a gente sairá de casa sem se levantar.”


“Ser pobre não é crime, mas ajuda bastante a chegar lá.”

Compare com trechos extraídos da coletânea A bíblia do caos*, do escritor e cartunista carioca Millôr Fernandes:

“Todo dia de manhã a gente se levanta e sai de casa, se levanta e sai de casa, se levanta e sai de casa. Até o dia em que a gente sai de casa sem se levantar” (pág. 426);


“Ser pobre não é crime, mas ajuda a chegar lá” (pág. 16).

Há outras semelhanças entre o guru do Meyer e o de Coromandel, e o assunto poderia estender-se muito mais. Em breve Jucere voltaria à carga, desta vez a mando da “Folha Patense”, episódio que abordaremos em outra oportunidade.

(*) FERNANDES, Millôr. Millôr definitivo: a bíblia do caos. Porto Alegre: L&PM. 1994. 560p.

ombudsboy@gmail.com

sábado, 27 de setembro de 2008

SIGA O LÍDER



Tanto o "Correio de Patos" quanto o "Novo Tempo" noticiaram que após o jogo não ter sido decidido no tempo normal, Uberlândia e Mogi-Mirim decidiram na "cobrança de penalidades". Mas empate não é falta, não cabendo cobrança de penalidade alguma. O ombudsboy procurou Edson Geraldo, do Sistema Clube, e o nosso Gegê explicou que, de fato, nesse caso, em vez de "penalidades" se diz "tiro livre direto", que é a expressão correta. O nosso Gegê recentemente foi reconhecido como o melhor repórter de campo em pesquisa realizada pelo "Correio de Patos". Alô, Gegê, "aquele abraco!".

(Revista Phatos, 1995)
ombudsboy@gmail.com

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Escondendo o leite

A "Folha Patense" escreve iogurte com "y". Coincidentemente, o "Novo Tempo" também escreve "yogurte". Será um iogurte da Yopa? E a "Folha Patense" inventou ainda o "yogurte natural". Natural é aquilo que é produzido pela natureza. Será que a "Folha" encontrou a única fonte no mundo da qual jorra iogurte? Porém, nosso amigo Nivaldo Soares, do Sistema Clube de Comunicação, esclarece que existe iogurte natural, sim, pois o iogurte é resultado da fermentação natural do leite. A origem da palavra é turca e ainda segundo Nivaldo significa "leite espesso".

(Revista Phatos - julho de 1995)

ombudsboy@gmail.com